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domingo, fevereiro 06, 2011

A Lagartinha Muito Comilona

"À luz da lua, estava um pequeno ovo numa folha.
No dia seguinte saíu de lá uma pequena lagartinha cheia de fome. Era domingo. A lagartinha foi procurar comida.
Na Segunda-feira a lagartinha comeu uma maçã, mas ainda ficou com fome.
Na Terça-feira comeu duas pêras, mas ainda ficou com fome.
Na Quarta-feira comeu três ameixas, mas ainda ficou com fome.
Na Quinta-feira comeu quatro morangos, mas ainda ficou com fome.
Na Sexta-feira comeu cinco laranjas, mas ainda ficou com fome.
No Sábado comeu uma fatia de bolo de chocolate, um  gelado, um picle, queijo, chouriço, um chupa-chupa, uma fatia de tarde de maçã, um queque e uma salsicha e nessa noite ficou com uma grande dor de barriga.
No outro Domingo a lagartinha comeu uma saborosa folha e ficou muito melhor.
Agora já não era uma pequena lagartinha, era uma grande lagartona!
Construiu um casulo e ficou lá mais do que duas semanas... E saíu do casulo uma linda borboleta!"

História contada pelos Meninos da Sala da Mariana

Durante esta semana andámos a explorar esta história... é um livro cativante, não só pelas suas ilustrações, mas também pela simplicidade do texto, o que facilita a memorização do mesmo!
Entre várias actividades, elaborámos o nosso livro da Lagartinha Muito Comilona...




Primeiro escrevemos o texto. Os meninos mais crescidos ficaram encarregues desta parte, pois já escrevem com mais facilidade!








Em grupos de dois ou três, fizemos as ilustrações com colagens!

E assim ficou a nossa história!







Ilstrámos no nosso caderno a história...







Pintámos a verdadeira Lagartinha, recortámos e colámos por ordem os alimentos que comeu!




Desenhámos os frutos pela ordem que a lagartinha comeu e escrevemos o nome de casa fruto.





E ainda fizemos uma borboleta com tintas e digitinta com tinta verde (da cor da lagartinha)!









Aqui fica o video da história em inglês... Mas nós compreendemos tudo :)

domingo, janeiro 30, 2011

Lenda das Amendoeiras em Flor

Era uma vez um rei que dava vitórias aos seus companheiros. (Diogo)

E depois um companheiro do rei disse “O nosso rei é mesmo um grande homem!”. (Margarida B.)

Um dia quando o rei orientava os seus homens apercebeu-se de que no meio das gentes que tinha trazido das terras do Norte, uma rapariga ocupava-se a preparar o almoço. (Maria)

Ela tinha a cor da neve e o seu cabelo estava com duas tranças e o rei sempre que acabava as suas coisas, ia àquele local ver a rapariga. Ele encontrou o seu amor e a rapariga também encontrou o seu amor. O rei pediu-a em casamento e disse “No primeiro dia em que te vi, apaixonei-me logo por ti!”.

E o rei também disse que não conseguia estar longe da sua beleza. (Beatriz)

Eles casaram-se e num dia o rei apercebeu-se que a sua rainha estava cada vez mais triste e ele achava que ela estava doente e pediu aos seus homens para chamarem o médico daquela aldeia. (Leonor)

O rei mandou chamar os músicos e bailarinos mais famosos do reino. (Francisco)

A Rainha tinha deixado de sorrir e o rei chamou o poeta. O poeta disse que ela tinha saudades da sua terra toda branquinha no Inverno. (Rita F.)

O rei disse aos seus homens para plantarem amendoeiras. (Rafael)

No Inverno seguinte, quando o rei acordou foi ver a janela e viu tudo branquinho e foi acordar a sua rainha e ficaram espantados. (Miguel F.)

Eram as amendoeiras em flor que eram branquinhas como a neve. (Leonor)

E depois a rainha nunca mais deixou de sorrir por causa do que o rei fez. (Maria)

E sempre quando a rainha via tudo branquinho, matava as saudades da sua terra. (Catarina)
 


 
Depois de ouvirmos a Lenda das Amendoeiras em Flor conversámos sobre as SAUDADES...
  • Saudades que dizer que gostam de uma coisa. (Margarida B.)
  • Quer dizer que estão com saudades de uma coisa que já não vêem há muito tempo e querem ver e que adoram! (Inês V.)
  • Matar saudades pode ser quando têm saudades dos amigos. (Catarina)
  • Quer dizer que uma pessoa não vê uma coisa que gosta há muito tempo. (Leonor)
  • Quando temos saudades é quando vamos de férias e temos saudades da nossa casa. (Miguel F.)
  • É quando uma pessoa está longe e queremos vê-la outra vez. (Afonso)
  • Ter saudades é quando estamos longe de casa e quando estamos com saudades nós falamos com outra pessoa e a outra pessoa diz que vem noutro dia, mas não vem e é um bocado chato! (Diogo)
  • É quando está uma pessoa de férias e nós temos muitas saudades. (Rita F.)
  • Significa quando estou de férias tenho saudades dos meus amigos. (Rafael)
  • Tipo, eu estava de férias e tinha saudades da Leonor, muitas, muitas, muitas, muitas saudades! (Tiago G.)
  • Como eu, tenho saudades da minha mana porque ela só ia no Natal, mas já não veio porque na terra dela os aviões estavam estragados porque havia neve... eu tenho muitas saudades dela porque ela só vem no Carnaval e é chato porque o dia demora muito a passar! (Inês V.)
  • O meu pai vai para Madrid e eu não sei quanto tempo ele vai ficar em Madrid, mas se for muito tempo, eu vou ter saudades dele! (Maria)
  • Eu estou com saudades das minhas primas porque vivem muito longe de mim. (Margarida B.)
  • O meu pai está a trabalhar no Porto e eu tenho saudades dele. (Rafael)
  • Eu vou ter saudades da minha mamã porque acho que em Fevereiro vou para Andorra. (Diogo)
  • Eu tenho saudades de uma prima minha Inês porque desde o outro ano que já não a vejo! (Rita F)
  • Eu estou cheia de saudades de uma amiga minha que se chama Sara! (Mariana E.)
  • Eu tenho uma prima que se chama Matilde e o Vasco e tenho saudades deles porque moram muito longe, mas quando tenho saudades vou a casa deles! E eu gosto muito deles! (Rita C.)
  • Eu tenho saudades da minha avó e a casa dela é muito longe. (Francisco)
  • Eu tenho saudades do meu tio que está no aeroporto e não sei quando ele vem. (Margarida P.)
  • Eu tenho saudades da minha avó porque ela vive muito longe daqui. (Catarina)
  • Eu tenho saudades dos meus avós porque eles vivem no Porto, mas no Natal fui a casa deles. (Vitória)
  • Tenho saudades de uma amiga do papá que é a Ana e ela foi para um sítio muito longe que eu não sei onde é. (Inês V.)

domingo, janeiro 16, 2011

Lenda de S.Vicente e os Corvos

Há muito muito tempo o ancião disse “Temos que salvar o corpo de S.Vicente e encontrar um sítio mais seguro”. (Inês V.)



Ele chamou um capitão de um barco para ir para o sítio mais seguro para os mouros não matarem mais pessoas boas. (Margarida B.)


O Capitão do barco convidou alguns homens para a viagem. (Inês V.)


Eles foram para o Algarve e pararam. (Tiago G.)


E depois eles viram um navio de piratas e o capitão disse que era melhor ir sozinho. (Leonor)


O Capitão disse que ia voltar, mas passaram-se semanas, dias… (Diogo)


E meses e Capitão não voltou. (Margarida B.)


O ancião não teve ideia para sair daquele local. Construiu lá uma placa e enterrou o corpo de S.Vicente. (Inês V.)


Construíram uma capela. (Leonor)


E uma aldeia. (Diogo)


Depois apareceram os mouros. (Afonso)


E destruíram a aldeia. (Catarina)


O Rei de Portugal enviou as suas tropas para lutar. (Miguel F.)


Os portugueses ganharam a luta e o ancião pediu ao rei para procurar o corpo de S. Vicente. (Afonso)


Para o corpo de S.Vicente viver em paz. (Margarida B.)


O Rei disse que ia mandar os seus homens para o ajudarem a encontrar. (Leonor)


O ancião disse “Vão àquele local e escave muito”. (Inês V.)


Ele sabia que era aquele local porque viu um monte de corvos pretos. (Beatriz)


Eles escavaram muito e encontraram o corpo de S.Vicente e levaram para Lisboa. (Rita F.)


Os dois corvos, um à frente e outros atrás, foram até Lisboa acompanhar o corpo de S.Vicente. (Inês V.)


Aí, o corpo de S.Vicente ficou em paz. (Margarida B.)

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Lenda de Geraldo Geraldes, o Sem Pavor

Conta a lenda que há muito muito tempo no lugar que agora é… (Margarida B.)

Évora…(Diogo)

E que era Yeborath. (Afonso)

A cidade pertencia aos Mouros. (Margarida B.)

O D. Afonso Henriques, o primeiro Rei de Portugal, queria a cidade para ele. (Afonso)

E apareceu o Geraldo Geraldes. (Margarida B.)

Ele era um ladrão. (Catarina)

Ele estava farto da sua vida e sabia que o Rei queria conquistar a cidade e disse “Vou ajudar o nosso rei!”. (Inês V.)

E depois ele foi atacar a torre de Yeborath. (Beatriz)

Mascarou-se de trovador. (Rafael)

Para ninguém o conhecer e para enganar os outros porque ele queria ter aquela cidade. (Inês V.)

Quando chegou acima da torre disse… (Rita F.)

“Vou conquistar esta cidade e e agora Yeborath será nossa!” (Margarida B.)

E conseguiu conquisatr aquela cidade. (Inês V.)

Todinha! (Miguel F.)

O Rei disse que agora ele é que ficava a mandar naquela cidade. (Beatriz)

E D. Afonso Henriques deu a chave da cidade ao Geraldo. (Tiago G.)

Se formos a Évora encontramos uma estátua do Geraldo Geraldes. (Inês V.)




domingo, novembro 21, 2010

Sítio do Picapau Amarelo

Na Quinta-Feira fomos ao Politeama ver o espectáculo "Sítio de Picapau Amarelo"! Foi espectacular e adorámos!!!







Eram duas senhoras que estavam à procura da Narizinho. (Maria)

Eram a D. Nastácia e a Avó. Elas estavam a chamar a Narizinho e ela não vinha. Depois ela apareceu e apareceu a boneca. E ela disse à avó que a boneca subiu a uma árvore e disse para cozer um olho da boneca. (Leonor)

Depois a Narizinho foi para a praia com a boneca. (Catarina)

A Boneca chamava-se Emília. (Afonso)

Viram animais… o caranguejo, o sapo, o peixe, a sardinha e a tartaruga. (Francisco)

A tartaruga disse que gostava muito de assustar as pessoas. (Margarida B.)

A Narizinho pediu para o caranguejo dar uma remédio falante à Emilinha para ela falar. (Maria)

E depois o caranguejo pediu dois comprimidos falantes à sardinha e a Narizinho disse à Emília para fechar os olhos e abrir a boca. (Leonor)

E a avó Mira e a D. Nastácia ficaram admiradas porque nunca tinham visto uma boneca a falar. (Inês V.)

A Avó e a D. Nastácia queriam cozer a boca da boneca porque ela falava muito. (Catarina)

O Pedrinho foi visitar a Avó, a Narizinho e a Emília. (Miguel F.)

A D. Nastácia preparou uns bolinhos para o Pedrinho. (Inês V.)

E depois aquele de Vermelho andava a pregar partidas. Era o Saci. E eles foram procurar o Saci. (Beatriz)

Mas precisavam de vento. (Rita F.)

Porque queriam que o Saci fosse para dentro de uma garrafa. (Inês V.)

E ele não gostava de vento. (Tiago G.)

Eles tinham a garrafa e estavam a correr e apanharam o Saci na garrafa com a ajuda do vento. (Tiago N.)

Quando apanharam o Saci, ele disse que fazia tudo o que eles mandassem, por isso soltaram-no. (Leonor)

Depois apareceu a bruxa Cuca e disse à Narizinho se queria uma melancia e ela disse que não. (Leonor)

Mas depois ela comeu a melancia e transformou-se numa pedra. (Inês V.)

A Emília estava a chamar a Narizinho, mas não encontrava-a. (Rafael)

Eles pediram ao Saci a Narizinho de volta, mas ele não tinha. O Saci disse que era a bruxa. (Leonor)

A bruxa levou a pedra para o jardim do Sítio do Picapau Amarelo. (Pedro)

Os outros foram a casa da Bruxa silenciosos e ,devagarinho, puseram a corda nos braços dela o Saci pôs um balde com pingos de água e ela estava a enlouquecer com o barulho. (Catarina)

Ela acordou e disse “Dói-me a cabeça” e a Emília disse “Liberta a minha amiga!”. A Bruxa disse “Só liberto se foram buscar o cabelo da sereia”. (Inês V.)

E depois ouviram uma voz que estava a cantar e era a sereia. (Margarida B.)

O Saci disse que não podiam olhar para a sereia porque ficavam cegos. (Inês V.)

Depois o Saci deu um espelho à Sereia e cortou um bocado de cabelo dela. (Tiago G.)

A sereia ficou cega. (Inês V.)

Foram dar o cabelo verde à Bruxa Má. (Miguel José)

Ela disse que ia ficar a rainha da Mar. (Afonso)

Disse que não voltava mais e ia de férias. (Tiago N.)

Para quebrar o feitiço da pedra, tinham de tirar pétalas de uma flor azul e pôr na pedra. (Catarina)

E depois a bruxa disse para irem ao Sítio do Picapau Amarelo e procurarem a pedra e depois o Saci encontrou a flor. A Narizinho apareceu e depois jantaram. (Leonor)

domingo, outubro 24, 2010

A Lenda do Galo de Barcelos

Ouvimos a Lenda do Galo de Barcelos e conversámos sobre esta figura...

Eu já vi esse Galo numa loja. (Tiago G.)
Eu já vi numa quinta, mas não era verdadeiro. (Miguel F.)
Eu já vi esse galo no monte, mas era um bocado pequenino. (Francisco)
Eu já vi numa quinta, mas a sério e tinha bolinhas. (Tiago N.)
Já vi na casa da minha avó. (Constança)
Já vi numa quinta, só que era em estátua. (Rodrigo)
Eu vi numa loja. (Miguel José)
Eu vi no café. (Rafael)
Vi tantos galos iguais a esses numa loja, mas também havia diferentes. (Pedro)
O meu avô queria comprar esse galo. (Francisco)
O meu avô de Coruche tem um galo, mas não tem bolas e é preto. (Tiago G.)

No dia a seguir, recontámos a história...

Há muito muito tempo onde agora é Barcelos. (Diogo)

As pessoas viviam felizes, mas depois ficaram zangadas porque as pratas de um senhor tinham sido roubadas. (Maria)

Pensavam que era um menino que veio de outra cidade, porque as pessoas daquela cidade eram boazinhas. Ela estava a passear e as pessoas levaram-no. (Leonor)

Foram levá-lo ao juiz. (Rafael)

O Juiz estava pronto para comer um galo assado. (Leonor)

O rapaz disse que não era ele o ladrão das pratas. (Beatriz)

Ele disse assim "Se o que eu disse é verdade, o galo ainda vai cantar esta noite." (Diogo)

As pessoas deram gargalhadas porque achavam que o galo não ia cantar. (Inês Vieira)

O juiz mandou prender o rapaz. (Maria)

E as pessoas iam tratar dele no dia a seguir. (Miguel F.)

Depois o juiz ouviu o galo a cantar e mandou soltar o rapaz. (Leonor)

O juiz caiu da cadeira abaixo. (Tiago N.)

Por causa do barulho do galo. (Rita F.)

Depois passaram a noite a festejar. (Beatriz)





Cada um de nós imaginou um Galo de Barcelos diferente e fizemos pintura!