segunda-feira, outubro 26, 2009

Exploração do livro "Quando eu Nasci"

Temos andado a explorar o livro "Quando eu nasci"...
Depois de ouvirmos a história pensámos nas coisas que mais gostámos de descobrir desde que nascemos e nas que menos gostámos.
A Mariana registou e depois desenhámos em grupo o que dissemos.
Também estamos a construir um livro para a nossa sala com este registo...

“Eu gosto do mar”


“Não gosto do sangue.” (Afonso)

 

"Quando eu era bebé, eu gostava de Jesus e ainda gosto.”

“Quando era bebé, não gostava dos cavalos.” (Ana Patrícia)

 

“Eu gosto de desenhar.”
“Não gosto de me magoar.” (Ana Sofia)


“Quando eu era bebé, gostava muito de brincar.”
“Não gosto de tubarões” (Beatriz L.)


“Eu gosto de desenhar.”
“Não gosto do lixo.” (Beatriz S.)


“Gosto de puzzles.”
“Eu não gosto do estacionamento que é uma lixeira.” (Bruno)


“Eu gosto do sol.”
“Não gosto dos tubarões.” (Catarina L.)


“Gosto de uma sereia.”
“Não gosto de sangue.” (Catarina M.)


“Gosto de ver a minha mãe com bebés na barriga.”
“Não gostei quando o meu pai caiu e faz sangue.” (Catarina S.)


“Eu gosto de sereias.”
“Não gosto de tubarões.” (Catarina C.)


“Gosto de flores”
“Não gosto de nuvens.” (Dana)


“Gosto de fazer desenhos”
“Não gostei quando o meu pai caiu e chegou cheio de sangue.” (Francisca)


“Quando era bebé, gostava muito do mar.”
“Eu não gostava do cheiro do queijo.” (Gabriel)


“Gosto quando a água vem para fazer buraquinhos àqueles bichinhos que saltam.”
“Não gosto de escorpiões.” (José Pedro)


“Gosto do sol.”
“Não gosto do vento, nem do frio.” (Inês)


“Eu gosto da minha mãe.”
“Não gosto de tubarões.” (Margarida)







“Gosto de ver os meninos a sair para a escola.”
“Não gosto de cheirar o cheiro do lixo.” (Maria C.)


“Eu gostava quando o meu pai me fazia uma piscina à beira-mar.”
“Não gosto de ver os senhores a deitar um livro para o chão.” (Maria Eduarda)






“Quando era pequeno gostava do som do mar.”
“Não gosto de me aleijar.” (Pedro N.)


“Eu gostava de ver os meninos na escola a jogar futebol.”
“Não gosto que ninguém caía.” (Pedro S.)


“Gosto de borboletas.”
“Não gosto de orcas.” (Rita)


“Gosto do sol.”
“Não gosto de pintar os meus olhos.” (Tiago G.)


“Gosto dos golfinhos.”
“Não gosto dos tubarões.” (Tiago A.)


“Eu gosto das flores.”
“Não gosto de água verde.” (Vitória)


“Eu gosto quando estou na areia molhada e quando estou na praia a fazer piscinas.” (Diogo)


“Eu gosto do telefone.” (Leonor)




Depois ainda fizemos uma Galeria de Retratos! Pensámos nas pessoas que conhecemos desde que nascemos e desenhámos essas pessoas numas "molduras". Chamámos "molduras" porque eram como que fotografias tiradas por nós!
 



"Quando eu Nasci"

"Quando eu nasci nunca tinha visti nada.

Só um escuro, muito escuro na barriga da minha mãe.


Quando eu nasci nunca tinha visto o sol, nem uma flor, nem uma cara.
Eu não conhecia ninguém, nem ninguém me conhecia a mim.


Quando eu nasci não sabia o que era o mar, nem que existiam florestas, nem que havia um mundo com montanhas e praias.


Quando eu nasci nunca tinha visto um passarinho, nem sabia que havia animais com penas, outros com escamas e outros com pêlos, como o meu cão.


Quando eu nasci nunca tinha brincado com pedras, nunca tinha mexido na terra, nem feito túneis na areia.
As minhas mãos nunca tinham tocado em nada, só uma na outra.


Quando eu nasci nem sonhava que havia céu e que o céu mudava de cor e que as nuvens eram tão bonitas.


Quando eu nasci era tudo novo, tudo por estrear.


Os meus olhos ficaram espantados quando descobriram que todas as coisas eram feitas de uma cor.


A cor encarnada das cerejas.
A cor verde dos jardins.
A cor azul que pinta o fundo do mar.
A cor amarela do meu chapéu.
A cor castanha de alguns passarinhos.
A cor branca das nuvens.
A cor preta quando se apaga a luz.


A minha boca ficou espantada quando descobriu o que era capaz:
De chorar muit alto.
De rir com vontade.
De chamar as coisas pelo seu nome.
De dizer palavras feias e bonitas.
De dar beijinhos e deitar a língua de fora.
De provar leite, sopa, iogurtes e frutas.
De saborear todos os sabores.


O meu nariz também ficou surpreendido...
Logo no dia em que eu nasci, espantou-se com a força com qu epuxava o ar para dentro do meu corpo.
A partir de então, nunca mais parou.
A toda a hora, a todo o segundo, traz-me ar fresquinho e cheiros novos.
Há uns de que eu gosto muito:
O cheiro do colo da minha avó.
O cheiro das papas de manhã.
O cheiro das tintas da minha escola.
O cheiro do meu champô.
O cheiro das férias quando chega o Verão.


Lá dentro da barriga da minha mãe, tinham-me chegado algumas vozes, o som de alguns instrumentos.
Mas eu podia lá imaginar...
Que as ondas falam de cá para lá.
Que as árvores, quando o vento canta, canta também.
Que é tão bom quando alguém nos fala baixinho ao ouvido.
Que uma folha quando cai ao chão faz um estrondo.
E que uma folha quando pousa faz só: plic.


Quando eu nasci as minha mãos começaram logo a perguntar:
Que é isto? Quem és tu?
E desde então nunca mais pararam, sempre a descobrir e a aprender, a abrir e fechar portas.
Com elas já aprendi que há coisas macias e outras que picam.
Que há coisas quentes e outras frias.
Que há coisas que se podem desmanchar e que têm lá dentro outras coisas.
E que essas coisas, por sua vez, podem continuar a desmanchar-se vezes e vezes sem fim...


Com as minhas mãos chego a todos os lugares e, quando não consigo lá chegar, ponho-me em biquinhos dos pés.
Poruqe os meus pés, quando eu nasci, ainda não sabiam andar.
Mas aprenderam depressa e desde então levam-me a toda a parte, fazem-me correr e dançar e dar saltos no colchão.


Quando eu nasci não sabia quase nada.
Agora, pelo menos, uma coisa já aprendi.
Ainda há um mundo inteiro por conhecer, milhões e milhões de coisas e lugares onde as minhas mãos nunca chegaram.
Milhões e milhões de respostas escondidas, milhões e milhões de cores que eu nunca vi.
E de cheiros e de sons e de sabores.


Mas uma coisa também é certa.
Todos os dias descubro sempre mais um bocadinho.
E isso é a coisa mais fantástica que há!"

domingo, outubro 25, 2009

Planificação Semanal de Actividades - 26 a 30 de Outubro

26-30 Out

Os 5 Sentidos

Esta semana trabalhámos o Outono e os 5 sentidos, mas como choveu muito não tivemos hipótese de realizar alguma actividades que estavam previstas!

No entanto, aprendemos mais sobre os nossos sentidos... Alguns de nós ainda não sabemos o nome de todos, pois são palavras muito complicadas!

A Visão
Como podemos ver? O que podemos ver?
  • "Com os olhos vemos." (Maria Eduarda)
  • "Podemos ver os cães." (Tiago G.)
  • "Podemos ver coisas." (Afonso)
  • "Podemos ver gatos." (Inês)
  • "Ver doces e chupa-chupas." (Inês)
  • "E colares, aneis e pulseiras." (Francisca)
  • "Podemos ver o teatro." (Maria Cunha)
  • "Ver lojas." (Catarina S.)
  • "Ver quadros." (Gabriel)
  • "Vemos os meninos todos." (Pedro N.)
  • "Vemos estrelinhas." (Beatriz L.)
  • "Vemos a Mariana." (Bruno)
  • "Vemos televisão." (Tiago A.)
  • "Vemos as coisas ao longe." (Pedro S.)
  • "Vemos ao longe com binóculos." (Ana Sofia)
  • "Vemos a lua." (Dana)
  • "Vemos os trabalhos quando estamos na escola." (Leonor)
  • "Vemos estrelas cadentes." (Miguel)
  • "Sem ver ficamos cegos." (Pedro S.)
  • "E cheiramos melhor." (Bruno)

Paladar
Que sabores podemos sentir? O que podemos sentir com a língua?
  • "Sentimos sabores coma  língua." (Bruno)
  • "Doce de morango." (Vitória)
  • "Doces." (Francisca)
  • "Salgado." (Bruno)
  • "Ácido como o limão." (José Pedro)
  • "Coisas frias." (Catarina C.)
  • "E quentes." (Catarina L.)

Olfacto
Que cheiros podemos sentir? Com quê que cheiramos?

  • "Cheiramos com o nariz." (Tiago G.)
  • "Podemos sentir o cheiro das flores." (Pedro N.)
  • "Do caixote do lixo." (Gabriel)
  • "Do perfume." (Ana Patrícia)
  • "Do queijo." (Pedro S.)
  • "Do queijo da "Vaquinha que Ri"" (Margarida)
  • "Do que está à nossa volta." (Ana Sofia)
  • "Do cheirinho do bolo." (Rita)
  • "Do fiambre." (Tiago A.)
  • "Do mel das abelhas." (Francisca)
  • "Do cabelo."( Catarina S.)
  • "Das papoilas." (Afonso)
  • "Das doninhas fedorentas." (José Pedro)
Audição
O que podemos ouvir?
  • "Os passarinhos a cantar." (Pedro N.)
  • "Os patos." (Ana Sofia)
  • "Os aviões." (Maria Eduarda)
  • "Os elefantes." (Catarina C.)
  • "As ondas a fazer barulho." (Pedro S.)
  • "Os pintainhos." (Tiago A.)
  • "Os foguetões a descolar." (Maria C.)
  • "Os galos." (Dana)
  • "As pipocas a saltar" (Dana)
  • "Os helicópteros." (Catarina L.)
  • "As canções." (Beatriz S.)
  • "A bolas de basquet a saltar." (Tiago G.)
Tacto
O que podemos tocar?
  • "Podemos tocar nos ratos." (Pedro N.)
  • "O rato é macio." (Miguel)
  • "Podemos sentir o que pica." (Ana Sofia)
  • "Podemos tocar nas peças." (Pedro N.)
  • "Podemos mexer no cabelo das pessoas." (Catarina C.)
  • "Podemos tocar em coisas ásperas." (José Pedro)
  • "E no duro." (Catarina S.)
  • "Podemos tocar nas pernas." (Inês)
  • "No pelo do cão que é macio." (Gabriel)

terça-feira, outubro 20, 2009

O Outono

Apesar da educação ser tarefa de todos os sistemas educativos, é cada criança o protagonista da sua própria educação.
A criança tem de ser reconhecida como sujeito do processo educativo, onde é “(…) o centro de todo o processo educativo(…)”, o que significa partir do que a criança já sabe e valorizar os seus saberes como fundamento de novas aprendizagens.

Assim, voltámos a abordar o Outono e conversámos sobre o que acontece quando chega esta estação do ano...

"No Outono faz frio." (Maria C.)

"E faz as folhas cair." (Margarida)

"Caem as folhas das ávores" (Beatriz L.)

"Quando as folhas caem, as árvores ficam sem folhas." (Catarina S.)

"AS folhas, no Outono, ficam murchas e secas." (Pedro S.)

"Aparecem as castanhas." (Pedro N.)

"No Outono, as folhas dos pinhiros não caem." (Maria Eduarda)

"As folhas mudam de cor, ficam castanhas." (Margarida)

"Cai muita chuva." (Maria C.)

Chegámos à conclusão que não sabíamos mais nada, por isso vamos ter que trabalhar muito para aprender coisas novas sobre o Outono!

Fiquem atentos e aguardem novidades!


domingo, outubro 18, 2009

Elmer

Na nossa sala gostamos muito do "Elmer". Elmer não é um elefante como os outros. É um elefante aos quadrados coloridos, e muito brincalhão. Um dia lembrou-se de pregar uma partida...



Agora temos mais um livro do Elmer - "O Elmer e o Grande Dia"





O Dia do Elmer está quase a chegar e os elefantes, num meio de uma enorme algazarra, preparam-se para o grande desfile! Mas será que só os elefantes podem participar? Claro que não! Para evitar confusões por causa do barulho, o Elmer convida todos os animais, que em conjunto encontram uma forma divertida e original de também poderem entrar na festa!



Depois de ouvirmos a história, fomos ilustrá-la à nossa maneira...




Quadro das Presenças

Já temos um novo Quadro das Presenças! Este ano, em vez de ser semanal, é mensal. E agora, como já somos crescidos, escrevemos um "P" todos os dias e os nossos nomes já não têm fotografia ao lado.

Planificação Semanal de Actividades - 19 a 23 de Outubro

19-23 Out
Competências a trabalhar diariamente:



  • Aquisição de regras elementares de socialização e de convivência;
  • Promover a autonomia na realização das actividades diárias;
  • Aquirir o sentido de responsabilidade (através das tarefas realizadas todos os dias);
  • Cumprir as regras da sala;
  • Desenvolver a atenção e concentração.

Salada de Frutas

Na Quarta-feira (14), realizámos uma salada de frutas em conjunto com as outras salas da Instituição.


Ao realizarmos, tivemos atenção ao número de frutos que usamos!
O resultado desta salada de frutas foi muito bom, pois foi a nossa sobremesa depois do almoço!

Aproveitando esta actividade de culinária, realizámos uma actividade de matemática.
A actividade consistia em pintar o número de frutos usados numa tabela.

Depois de pintar, agrupámos os frutos por tipo.

Cada um de nós foi criando a sua própria estratégia para classificar os frutos!
Foi uma actividade muito interessante e que despertou interesse em todos nós!
Nesta actividade desenvolvemos o cálculo mental, a contagem termo-a-termo, a noção de classificação e aprendemos a trabalhar com uma tabela!

domingo, outubro 11, 2009

Discriminação Fonética

A fala, a produção oral, está formada por uma cadeia de segmentos ou unidades funcionais: palavras, sílabas e fonemas. A tomada de consciência fonológica por parte da criança, e o estabelecimento da estrutura segmental da fala são requesitos para a correcta relação linguagem oral/linguagem escrita, que permitirá uma melhor e mais fácil aprendizagem posterior da leitura e da escrita.

Na Sexta-Feira (dia 9 de Outubro) fizémos o Jogo das Palmas. Este jogo consistita em dividir palavras e ao mesmo tempo que se divide, bate-se uma palma. No fim de cada palavra, contamos as palmas. Assim, o número de palmas corresponde ao número de partes em que se divide uma palavra.

Eis algumas palavras que nos surgiram...

Bo-ca (2 Palmas)

To-ma-te (3 palmas)

Mar (1 palma)

Co-ra-ção (3 palmas)

Na-riz (2 palmas)

Ca-be-ça (3 palmas)

Ou-vi-do (3 palmas)

O- lho (2 palmas)

Al-fa-ce (3 palmas)

Gol-fi-nho (3 palmas)

Qua-dro (2 palmas)

Ca-sa (2 palmas)

Su-sa-na (3 palmas)

Ga-to (2 palmas)

De-se-nho (3 palmas)

Pa-to (2 palmas)

Se-rei-a (3 palmas)

Mão (1 palma)

O-re-lha (3 palmas)

Su-per (2 palmas)

Me-ni-na (3 palmas)

Ca-be-lo (3 palmas)

Descobrimos que há palavras que não conseguimos dividir porque são muito pequenas e se as dividissemos o som não seria o mesmo!


Planificação Semanal de Actividades - 12 a 16 de Outubro

12-16 Out

Competências a trabalhar diariamente:
  • Aquisição de regras elementares de socialização e de convivência;
  • Promover a autonomia na realização das actividades diárias;
  • Aquirir o sentido de responsabilidade (através das tarefas realizadas todos os dias);
  • Cumprir as regras da sala.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Plasticina

A Plasticina não é somente uma simples brincadeira para as crianças. Moldar plasticina ajuda-os  a trabalharem e a estimularem os seus dedos, que futuramente os irá ajudar no controlo da motricidade fina, ou seja, num melhor dominio da linguagem escrita!







Além disto, ajuda-os a desenvolver as capacidades criativas!


Aqui na na nossa sala, a plasticina é uma actividade que todos nós gostamos!
Com a plasticina imaginamos tudo... fazemos bonecos, unhas, colares, aneis e até aproveitamos para fazer os nossos nomes!


Corpo Humano


Depois de vermos um vídeo sobre o corpo humano e de lermos muitos livros, observámos algumas imagens e conversámos sobre as mesmas...

"Isso são os ossos" (Bruno)

"É o esqueleto." (Francisca)

"Ali são as costelas." (Maria C.)

"O esqueleto serve para estarmos de pé." (Tiago G.)

"As costelas servem para proteger o coração e os pulmões." (Maria C.)

"Os ossos dos braços servem para nos levantarmos, para não cairmos." (Diogo)

"Dentro da cabeça está o cérebro." (Beatriz S.)






"São os intestinos." (Ana Sofia)

"E os estômago." (Maria C.)

"O fígado." (Catarina C.)

"A boca é onde entra a comida." (Francisca)

"Mastigamos e quando está uma bola, engolimos. Fazemos uma bola com a língua." (Inês)

"Quando a comida está na boca, a baba ajuda a comida a ir para baixo." (Diogo)

"A comida desce pelo esófago." (Maria Eduarda)

"O estômago amassa a comida." (Ana Patricia e Tiago A.)

"Depois do estômago, o que é bom vai para o sangue e o que não vai para os intestinos." (Maria Eduarda)

"Depois dos intestinos sai o cocó." (Beatriz L.)




"O vermelho é o coração." (Beatriz S.)

" A azul e vermelho são as veias." (Gabriel)

"O sangue passa dentro das veias." (Ana Patrícia)

"As veias estão em todo o lado." (Catarina C.)

"O coração manda o sangue para as veias." (José Pedro)

"Quando nós estamos a correr muito depressa, o coração bate muito depressa e manda o sangue para as veias." (Ana Sofia)








"São os pulmões." (Maria C.)

"São para respirar." (Rita)

"Ficam debaixo das costelas." (Catarina S.)

"O coração fica entre os pulmões." (Catarina M.)

"Os pulmões ficamcheios de ar quando inspiramos." (Francisca)

"O ar sai pela boca." (Margarida)