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domingo, janeiro 16, 2011

Lenda de S.Vicente e os Corvos

Há muito muito tempo o ancião disse “Temos que salvar o corpo de S.Vicente e encontrar um sítio mais seguro”. (Inês V.)



Ele chamou um capitão de um barco para ir para o sítio mais seguro para os mouros não matarem mais pessoas boas. (Margarida B.)


O Capitão do barco convidou alguns homens para a viagem. (Inês V.)


Eles foram para o Algarve e pararam. (Tiago G.)


E depois eles viram um navio de piratas e o capitão disse que era melhor ir sozinho. (Leonor)


O Capitão disse que ia voltar, mas passaram-se semanas, dias… (Diogo)


E meses e Capitão não voltou. (Margarida B.)


O ancião não teve ideia para sair daquele local. Construiu lá uma placa e enterrou o corpo de S.Vicente. (Inês V.)


Construíram uma capela. (Leonor)


E uma aldeia. (Diogo)


Depois apareceram os mouros. (Afonso)


E destruíram a aldeia. (Catarina)


O Rei de Portugal enviou as suas tropas para lutar. (Miguel F.)


Os portugueses ganharam a luta e o ancião pediu ao rei para procurar o corpo de S. Vicente. (Afonso)


Para o corpo de S.Vicente viver em paz. (Margarida B.)


O Rei disse que ia mandar os seus homens para o ajudarem a encontrar. (Leonor)


O ancião disse “Vão àquele local e escave muito”. (Inês V.)


Ele sabia que era aquele local porque viu um monte de corvos pretos. (Beatriz)


Eles escavaram muito e encontraram o corpo de S.Vicente e levaram para Lisboa. (Rita F.)


Os dois corvos, um à frente e outros atrás, foram até Lisboa acompanhar o corpo de S.Vicente. (Inês V.)


Aí, o corpo de S.Vicente ficou em paz. (Margarida B.)

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Lenda de Geraldo Geraldes, o Sem Pavor

Conta a lenda que há muito muito tempo no lugar que agora é… (Margarida B.)

Évora…(Diogo)

E que era Yeborath. (Afonso)

A cidade pertencia aos Mouros. (Margarida B.)

O D. Afonso Henriques, o primeiro Rei de Portugal, queria a cidade para ele. (Afonso)

E apareceu o Geraldo Geraldes. (Margarida B.)

Ele era um ladrão. (Catarina)

Ele estava farto da sua vida e sabia que o Rei queria conquistar a cidade e disse “Vou ajudar o nosso rei!”. (Inês V.)

E depois ele foi atacar a torre de Yeborath. (Beatriz)

Mascarou-se de trovador. (Rafael)

Para ninguém o conhecer e para enganar os outros porque ele queria ter aquela cidade. (Inês V.)

Quando chegou acima da torre disse… (Rita F.)

“Vou conquistar esta cidade e e agora Yeborath será nossa!” (Margarida B.)

E conseguiu conquisatr aquela cidade. (Inês V.)

Todinha! (Miguel F.)

O Rei disse que agora ele é que ficava a mandar naquela cidade. (Beatriz)

E D. Afonso Henriques deu a chave da cidade ao Geraldo. (Tiago G.)

Se formos a Évora encontramos uma estátua do Geraldo Geraldes. (Inês V.)




terça-feira, novembro 23, 2010

Lendas de Portugal

Como sabem, estamos a explorar várias lendas de Portugal. Sempre que aprendemos uma nova, localizamos no mapa de Portugal a região a que pertence essa lenda.
Agora cada um de nós tem o seu mapa de Portugal individual e sempre que aprendemos uma lenda, colocamos na região correcta uma imagem alusiva à lenda!







segunda-feira, novembro 08, 2010

Lenda da Sopa da Pedra



Um Frade andava à procura de comida porque estava com fome. Aproximou-se a bateu à porta de um camponês. (Diogo)

Ele disse assim “Oh compadre, tens aí alguma coisa para fazer uma sopinha e para matar esta fome?” (Margarida B.)

O camponês e a mulher não deram nada e o frade disse “Bom, já que não há aí umas couvinhas, vou fazer uma sopa de pedra.” (Maria)

Os senhores riram-se e o frade disse “Nunca comeram uma sopa de pedra? É que deve ser muito boa!” (Inês V.)

Os camponeses acreditaram que o frade ia fazer uma sopa de pedra e ele também disse que lhes ia dar um bocado. (Beatriz)

O frade apanhou uma pedra que estava no chão e foi pedindo aos camponeses os alimentos que precisava. (Leonor)

Ele pediu umas couves. (Margarida B.)

E umas cenouras. A mulher do camponês foi buscá-las e ele deixou cozer muito bem. (Maria)

E achou que faltava um bocadinho de sal. (Afonso)

O senhor deu ao frade um bocadinho de sal. (Catarina)

O senhor disse “Não ponha muito” e ele disse que não ia pôr muito. A sua sopinha estava pronta, mas precisava ainda de umas batatinhas. (Inês V.)

E abriu a sua bolsa e pôs uma fatia de pão na sopa. (Diogo)

E comeu toda a sopa e não deixou nada. Os camponeses perguntaram “E a pedra?”. E o frade disse “A pedra vou lavar para levá-la comigo.” (Leonor)

“Vou levar esta pedra para fazer outra vez esta sopa muito boa. (Margarida B.)

O frade enganou os camponeses porque tinha muita fome. (Leonor)

domingo, outubro 24, 2010

A Lenda do Galo de Barcelos

Ouvimos a Lenda do Galo de Barcelos e conversámos sobre esta figura...

Eu já vi esse Galo numa loja. (Tiago G.)
Eu já vi numa quinta, mas não era verdadeiro. (Miguel F.)
Eu já vi esse galo no monte, mas era um bocado pequenino. (Francisco)
Eu já vi numa quinta, mas a sério e tinha bolinhas. (Tiago N.)
Já vi na casa da minha avó. (Constança)
Já vi numa quinta, só que era em estátua. (Rodrigo)
Eu vi numa loja. (Miguel José)
Eu vi no café. (Rafael)
Vi tantos galos iguais a esses numa loja, mas também havia diferentes. (Pedro)
O meu avô queria comprar esse galo. (Francisco)
O meu avô de Coruche tem um galo, mas não tem bolas e é preto. (Tiago G.)

No dia a seguir, recontámos a história...

Há muito muito tempo onde agora é Barcelos. (Diogo)

As pessoas viviam felizes, mas depois ficaram zangadas porque as pratas de um senhor tinham sido roubadas. (Maria)

Pensavam que era um menino que veio de outra cidade, porque as pessoas daquela cidade eram boazinhas. Ela estava a passear e as pessoas levaram-no. (Leonor)

Foram levá-lo ao juiz. (Rafael)

O Juiz estava pronto para comer um galo assado. (Leonor)

O rapaz disse que não era ele o ladrão das pratas. (Beatriz)

Ele disse assim "Se o que eu disse é verdade, o galo ainda vai cantar esta noite." (Diogo)

As pessoas deram gargalhadas porque achavam que o galo não ia cantar. (Inês Vieira)

O juiz mandou prender o rapaz. (Maria)

E as pessoas iam tratar dele no dia a seguir. (Miguel F.)

Depois o juiz ouviu o galo a cantar e mandou soltar o rapaz. (Leonor)

O juiz caiu da cadeira abaixo. (Tiago N.)

Por causa do barulho do galo. (Rita F.)

Depois passaram a noite a festejar. (Beatriz)





Cada um de nós imaginou um Galo de Barcelos diferente e fizemos pintura!

quarta-feira, outubro 13, 2010

As Lendas

Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.
De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular "Quem conta um conto aumenta um ponto", as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.

in Wikipédia

Temos andado a explorar as lendas, ou seja, ouvimos a lenda e depois realizamos actividades sobre a mesma. Ao longo das proximas semanas, a entrada no mundo da fantasia vai ser uma ponte para a abordagem de temas mais complexos do mundo real.

Aguardem por novidades! :)


A Lenda do castelo de Bragança contada por Nós!

Há muito muito tempo havia um rei e tinha uma sobrinha. (Margarida B.)
E o rei queria que a sobrinha casasse. (Inês V.)
Ela sonhava casar-se e há dez anos conheceu um cavaleiro corajoso. (Leonor)
O rei tratava a sobrinha como sua filha. (Tiago G.)
E quando era de noite, a sobrinha e o cavaleiro passaram a noite a conversar e a dançar e divertiram-se muito. (Maria E.)
Mas o cavaleiro teve de se ir embora. (Rita F.)
O tio da sobrinha disse "Tens alguém para casar?" e ela disse "Há dez anos um cavaleiro veio cá e disse que voltava para me vir buscar e estou à espera dele". (Inês V.)
O tio mascarou-se de fantasma. (Rodrigo)
Porque ele queria que ela esquecesse o cavaleiro e decidiu enganar a sua sobrinha. (Leonor)
O tio mascarado de fantasma disse que o cavaleiro tinha perdido a batalha e tinha morrido. (Miguel F.)
Mas quando estava de dia, a porta estava a abrir e a princesa viu que era o seu tio mascarado de fantasma e o tio só teve tempo de fugir. (Leonor)
E o tio prometeu que não ia falar mais disso à sobrinha. (Margarida B.)
A porta que se abriu com a luz passou a chamar-se a porta das verdades. (Rita F.)
A partir daquele dia, as pessoas passaram a chamar à torre a torre da princesa. (Maria)
A princesa continuou a ver da janela da torre mais alta do castelo. (Leonor)