Um Frade andava à procura de comida porque estava com fome. Aproximou-se a bateu à porta de um camponês. (Diogo)
Ele disse assim “Oh compadre, tens aí alguma coisa para fazer uma sopinha e para matar esta fome?” (Margarida B.)
O camponês e a mulher não deram nada e o frade disse “Bom, já que não há aí umas couvinhas, vou fazer uma sopa de pedra.” (Maria)
Os senhores riram-se e o frade disse “Nunca comeram uma sopa de pedra? É que deve ser muito boa!” (Inês V.)
Os camponeses acreditaram que o frade ia fazer uma sopa de pedra e ele também disse que lhes ia dar um bocado. (Beatriz)
O frade apanhou uma pedra que estava no chão e foi pedindo aos camponeses os alimentos que precisava. (Leonor)
Ele pediu umas couves. (Margarida B.)
E umas cenouras. A mulher do camponês foi buscá-las e ele deixou cozer muito bem. (Maria)
E achou que faltava um bocadinho de sal. (Afonso)
O senhor deu ao frade um bocadinho de sal. (Catarina)
O senhor disse “Não ponha muito” e ele disse que não ia pôr muito. A sua sopinha estava pronta, mas precisava ainda de umas batatinhas. (Inês V.)
E abriu a sua bolsa e pôs uma fatia de pão na sopa. (Diogo)
E comeu toda a sopa e não deixou nada. Os camponeses perguntaram “E a pedra?”. E o frade disse “A pedra vou lavar para levá-la comigo.” (Leonor)
“Vou levar esta pedra para fazer outra vez esta sopa muito boa. (Margarida B.)
O frade enganou os camponeses porque tinha muita fome. (Leonor)

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