terça-feira, novembro 16, 2010

"Quarto em Arles" - Van Gogh

Depois de termos pintado uma paisagem de Outono baseada na obra "Paisagem de Outono" de van Gogh, quisemos saber mais sobre este pintor. Vimos várias obras de arte em livros, no computador e nas imagens que alguns meninos trouxeram de casa. Entre as várias obras, o "Quarto em Arles" de Van Gogh chamou-nos a atenção e trocámos algumas opiniões sobre esta pintura...





O que representa o quarto?

• O Van Gogh queria ter um quarto assim, então resolveu pintar. (Margarida B.)

• Ele queria mostrar a todos os seus amigos. (Diogo)

• Ele tinha um quarto igual àquele, então decidiu fazer um igual ao seu e assim todos podiam ver. ( Inês V.)

Será que o quarto é confortável?

• É muito porque tem tudo confortável. (Leonor)

• Acho que não porque as camas confortáveis são gordas e essa é magrinha. (Inês V.)

• Acho que é fofinha porque tem duas almofadas e ele dorme bem com o cobertor. (Miguel F.)

• Eu acho que é confortável porque tem duas almofadas e dois cobertores. (Catarina)

• Eu acho que é confortável porque o colchão deve ser molinho porque tem aquela coisa de madeira por baixo. (Diogo)

• Acho que a cama é fofinha porque tem dois cobertores, duas almofadas quentinhas e fofinhas. (Vitória)

Quantas portas tem o quarto?

• Tem duas portas. Uma é para a rua e outra para a sala. (Afonso)

• Uma é para vestir e outra é para ir comer. (Rita F.)

• Uma é a porta onde ele se veste e a outra é a porta onde vai para a sala. (Maria)

• Uma é o armário e outra é para ir para a rua. (Rodrigo)

• Uma é para entrar e a outra é para sair. (Vitória)

• Uma é para sair e a outra é para a sala. (Rafael)

• São duas portas. Uma é para entrar e outra para sair quando vai pintar. (Margarida B.)



É de dia ou de noite?

• É de dia porque as janelas estão amarelas e parece de dia. (Inês V.)

• É de noite porque eu acho que as cortinas estão fechadas. (Catarina)

• É de dia porque está amarelo e o sol está do lado que está a parte preta. (Vitória)

• É de dia porque o amarelo é o sol e o verde é a relva. (Leonor)

• É de noite porque o quarto está escuro. (Afonso)

• É de manhã e a parte verde parece que as cortinas estão fechadas. (Margarida B.)

• É de dia, mas o Van Gogh esqueceu-se de abrir as cortinas. (Maria)

• É de dia porque está claro. (Diogo)



Quantas pessoas dormem neste quarto?

• Tem duas pessoas. O amigo e o Van Gogh. (Miguel F.)

• Tem duas pessoas porque tem duas almofadas. (Catarina)

• Eu acho que tem uma pessoas e tem duas cadeiras para quando ele quiser receber um amigo. (Leonor)



É um quarto de mulher ou de homem?

• Eu acho que é de um senhor porque parece de homem. (Pedro)

• É de homem e acho que tem uma cama de homem. (Leonor)

• É de mulher e de homem (casal) porque tem duas almofadas. (Afonso)

• É de homem porque é do Van Gogh. (Margarida B.)

• É de um homem e uma mulher porque tem duas cadeiras. (Catarina)

• É de homem e mulher porque tem duas cadeiras e duas almofadas. (Miguel F.)

• É de uma rapariga porque as raparigas têm cobertor vermelho. (Inês V.)

• É de dois rapazes irmãos porque tem duas almofadas e duas cadeiras. (Maria)

• É de rapariga porque a cama é de menina. (Vitória)



Como será o dono do quarto?

• É o Van Gogh! (Francisco)

• O dono é bonito porque tem um quarto bonito. (Inês V.)

• Eu acho que é do Van Gogh e é giro porque tem barba. (Miguel F.)

• Acho que é giro porque tem um quarto muito giro e ele tem barba. (Margarida B.)

• Eu acho que é do Van Gogh e ele é bonito e o quarto também é bonito. (Vitória)

O que há na parede?

• Quadros

• Janelas

• Coisas para pendurar

• Espelho

• Quadro do Outono

Qual será a profissão da pessoa que vive neste quarto?

• Cozinheiro (Inês V.)

• Professora (Catarina)

• Pintora (Vitória)

• Costureira (Beatriz)

• Médico (Margarida P.)

• Médico (Rafael)

• Professor (Miguel F.)

• Cozinheiro (Afonso)

• Cabeleireiro (Maria)

• Doutora (Miguel José)

• Doutor (Rodrigo)

• Estrela de Rock (Leonor)

• Professora (Margarida B.)

• Cantor (Rita F.)

• Cantora (Mariana P.)

Aguardem por mais novidades do "Quarto"!!!

segunda-feira, novembro 08, 2010

Conversa sobre a Árvore da Vida...


Conversámos no tapete sobre a "Árvore da Vida" de Klimt e demos asas à nossa imaginação!

Parece que tem caracóis. (Rodrigo)



Eu vi a árvore com caracóis nos ramos. (Inês V.)


São ramos redondos. (Leonor)


Eu vi a árvore com o tronco e o tronco tem várias cores e no chão há flores. (Leonor)


Eu vi um pássaro. (Afonso)


Também há ali uns olhos. (Rodrigo)


Eu vi uma meia! (Tiago G.)


Eu vi a língua do pássaro! (Francisco)


Também há pedras. (Catarina)


E uma senhora e um senhor… (Tiago G.)


Estão ali porquê?


• Porque eles já não têm quase vida. (Afonso)


• Estão a ver a árvore e estão a ver que a árvore tem muitos ramos e nunca viram aquela árvore. (Inês V.)


• Eles já não tinham vida e olharam para a árvore para ter vida. (Leonor)


• Eles só têm uma vida e são namorados. (Tiago G.)


É a árvore da vida porque…


• Dá vidas. (Diogo)


• Porque ela tem vida. (Afonso)


• Dá vida e dá sorte. (Leonor)


• Porque ela faz os meninos felizes. (Inês V.)


Eu nunca vi uma árvore assim e não sei se há… (Inês V.)


Dá vida a quem?


• Às árvores ou às pessoas que estão quase a morrer. (Tiago G.)


• Às pessoas e quando estão quase a morrer tocam num ramo e ela dá vida. (Diogo)


• Dá vida aos velhotes.


• A árvore pensa numa pessoas que está a morrer e depois a pessoas fica normal. (Inês V.)


• As árvores da vida querem dar vida aos meninos que gostam. (Margarida B.)


• E dá vida porque é a árvore da vida! (Rodrigo)





Lenda da Sopa da Pedra



Um Frade andava à procura de comida porque estava com fome. Aproximou-se a bateu à porta de um camponês. (Diogo)

Ele disse assim “Oh compadre, tens aí alguma coisa para fazer uma sopinha e para matar esta fome?” (Margarida B.)

O camponês e a mulher não deram nada e o frade disse “Bom, já que não há aí umas couvinhas, vou fazer uma sopa de pedra.” (Maria)

Os senhores riram-se e o frade disse “Nunca comeram uma sopa de pedra? É que deve ser muito boa!” (Inês V.)

Os camponeses acreditaram que o frade ia fazer uma sopa de pedra e ele também disse que lhes ia dar um bocado. (Beatriz)

O frade apanhou uma pedra que estava no chão e foi pedindo aos camponeses os alimentos que precisava. (Leonor)

Ele pediu umas couves. (Margarida B.)

E umas cenouras. A mulher do camponês foi buscá-las e ele deixou cozer muito bem. (Maria)

E achou que faltava um bocadinho de sal. (Afonso)

O senhor deu ao frade um bocadinho de sal. (Catarina)

O senhor disse “Não ponha muito” e ele disse que não ia pôr muito. A sua sopinha estava pronta, mas precisava ainda de umas batatinhas. (Inês V.)

E abriu a sua bolsa e pôs uma fatia de pão na sopa. (Diogo)

E comeu toda a sopa e não deixou nada. Os camponeses perguntaram “E a pedra?”. E o frade disse “A pedra vou lavar para levá-la comigo.” (Leonor)

“Vou levar esta pedra para fazer outra vez esta sopa muito boa. (Margarida B.)

O frade enganou os camponeses porque tinha muita fome. (Leonor)

domingo, novembro 07, 2010

A Árvore da Vida








As actividades baseadas em obras de arte tiveram imenso sucesso na nossa sala e por isso quisemos continuar a trabalhar a arte. Como estamos no Outono, fizémos a nossa árvore da vida com digitinta.







Depois de secas, pintámos por dentro com dourado ou amarelo e depois desenhámos uma paisagem de Outono!
Ficaram LINDAS!!!


domingo, outubro 31, 2010

Gatinhos

Na Sexta-Feira apareceram uns Gatinhos e outros animais na nossa sala...


Os meninos da Sala da Mariana estão cada vez mais autónomos e todos os dias fazem as suas criações por iniciativa própria!
Este foi um exemplo de um desses momentos!
Os nossos meninos estão cada vez mais crescidos!!!

Lenda de Coimbra

 


Há muito muito tempo, no Castelo de Coimbra, vivia uma linda princesa e foram muitos os rapazes que se apaixonaram por ela. (Inês V.)


E tinha cabelos loiros e olhos verdes brilhantes. (Rodrigo)


A pele dela parecia seda. (Maria)

Ela apaixonou-se por um cavaleiro e esse era o seu amor. Mas os pais da princesa não estavam de acordo que ele se casasse com a princesa porque era um cavaleiro sem fama. Mas a princesa disse “Eu amo-o”. Mas o pai disse que não podia ser à mesma. (Leonor)

Ele disse assim “Ele não está à altura de uma princesa como tu.” (Margarida B.)


E chegou uma serpente àquele sítio. (Margarida B.)


A princesa pensou que quem matasse a cobra casava com ela. (Catarina)


A cobra chama-se Coluber. (Francisco)


E depois o pai disse aos homens corajosos daquela cidade que quem matasse a cobra casaria com a princesa. (Diogo)


Os cavaleiros atacaram Coluber, mas o seu ar terrível fez com que eles desistissem. (Diogo)


O cavaleiro amado da princesa foi por onde a cobra se escondia e fez uma fogueira. (Rita F.)


E a serpente saiu cá para fora. (Miguel F.)


Ao sentir-se sufocada. (Tiago G.)


Quando estavam a lutar, o cavaleiro estava a ficar cansado e agarrou na espada com muita força. (Miguel F.)


E matou a cobra. (Beatriz )


O ataque foi fatal. (Rodrigo)


A cobra estava no chão sem vida. (Tiago G.)


Os pais da princesa perceberam que o cavaleiro tinha fama e estava à altura da princesa. (Inês V.)


A luta com o cavaleiro e a cobra passou a chamar-se Coluber Briga. (Tiago G.)


O pai da princesa disse “Mereces casar com a nossa filha”. (Leonor)


E viveram felizes para sempre. (Rafael)

Realizámos algumas actividades relacionadas com a história...


Pintámos as serpentes e colocámos por ordem decrescente.




Fizemos pintura de berlindes para pintar a nossa serpente!

Primeiro colocámos os berlindes dentro da caixa. Depois fechámos a caixa com a tampa e agitámos! Quando abrimos a tampa tivemos um resultado fantástico!


domingo, outubro 24, 2010

Um Pouco de Outono...

O Outono já chegou e os Meninos da Sala da Mariana já se aperceberam da sua chegada! As folhas já andam no ar e no chão... Já se sente o frio pela manhã!

Esta semana trabalhámos com esta obra de arte... Uma Paisagem de Outono De Van Gogh.


Primeiro observámos a pintura com muita atenção e conversámos sobre o que estavamos a ver. Em seguida fizemos um puzzle desta imagem e registámos a palavra "Outono".






Depois tentámos reproduzir a pintura com aguarelas. Tivemos que ter muitas atenção às cores usadas na pintura para que parecesse também uma paisagem de Outono!








As nossas pinturas ficaram umas Obras de Arte!!!

A Lenda do Galo de Barcelos

Ouvimos a Lenda do Galo de Barcelos e conversámos sobre esta figura...

Eu já vi esse Galo numa loja. (Tiago G.)
Eu já vi numa quinta, mas não era verdadeiro. (Miguel F.)
Eu já vi esse galo no monte, mas era um bocado pequenino. (Francisco)
Eu já vi numa quinta, mas a sério e tinha bolinhas. (Tiago N.)
Já vi na casa da minha avó. (Constança)
Já vi numa quinta, só que era em estátua. (Rodrigo)
Eu vi numa loja. (Miguel José)
Eu vi no café. (Rafael)
Vi tantos galos iguais a esses numa loja, mas também havia diferentes. (Pedro)
O meu avô queria comprar esse galo. (Francisco)
O meu avô de Coruche tem um galo, mas não tem bolas e é preto. (Tiago G.)

No dia a seguir, recontámos a história...

Há muito muito tempo onde agora é Barcelos. (Diogo)

As pessoas viviam felizes, mas depois ficaram zangadas porque as pratas de um senhor tinham sido roubadas. (Maria)

Pensavam que era um menino que veio de outra cidade, porque as pessoas daquela cidade eram boazinhas. Ela estava a passear e as pessoas levaram-no. (Leonor)

Foram levá-lo ao juiz. (Rafael)

O Juiz estava pronto para comer um galo assado. (Leonor)

O rapaz disse que não era ele o ladrão das pratas. (Beatriz)

Ele disse assim "Se o que eu disse é verdade, o galo ainda vai cantar esta noite." (Diogo)

As pessoas deram gargalhadas porque achavam que o galo não ia cantar. (Inês Vieira)

O juiz mandou prender o rapaz. (Maria)

E as pessoas iam tratar dele no dia a seguir. (Miguel F.)

Depois o juiz ouviu o galo a cantar e mandou soltar o rapaz. (Leonor)

O juiz caiu da cadeira abaixo. (Tiago N.)

Por causa do barulho do galo. (Rita F.)

Depois passaram a noite a festejar. (Beatriz)





Cada um de nós imaginou um Galo de Barcelos diferente e fizemos pintura!

quarta-feira, outubro 13, 2010

As Lendas

Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.
De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto da imaginação aventuresca humana.
Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular "Quem conta um conto aumenta um ponto", as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas.

in Wikipédia

Temos andado a explorar as lendas, ou seja, ouvimos a lenda e depois realizamos actividades sobre a mesma. Ao longo das proximas semanas, a entrada no mundo da fantasia vai ser uma ponte para a abordagem de temas mais complexos do mundo real.

Aguardem por novidades! :)


A Lenda do castelo de Bragança contada por Nós!

Há muito muito tempo havia um rei e tinha uma sobrinha. (Margarida B.)
E o rei queria que a sobrinha casasse. (Inês V.)
Ela sonhava casar-se e há dez anos conheceu um cavaleiro corajoso. (Leonor)
O rei tratava a sobrinha como sua filha. (Tiago G.)
E quando era de noite, a sobrinha e o cavaleiro passaram a noite a conversar e a dançar e divertiram-se muito. (Maria E.)
Mas o cavaleiro teve de se ir embora. (Rita F.)
O tio da sobrinha disse "Tens alguém para casar?" e ela disse "Há dez anos um cavaleiro veio cá e disse que voltava para me vir buscar e estou à espera dele". (Inês V.)
O tio mascarou-se de fantasma. (Rodrigo)
Porque ele queria que ela esquecesse o cavaleiro e decidiu enganar a sua sobrinha. (Leonor)
O tio mascarado de fantasma disse que o cavaleiro tinha perdido a batalha e tinha morrido. (Miguel F.)
Mas quando estava de dia, a porta estava a abrir e a princesa viu que era o seu tio mascarado de fantasma e o tio só teve tempo de fugir. (Leonor)
E o tio prometeu que não ia falar mais disso à sobrinha. (Margarida B.)
A porta que se abriu com a luz passou a chamar-se a porta das verdades. (Rita F.)
A partir daquele dia, as pessoas passaram a chamar à torre a torre da princesa. (Maria)
A princesa continuou a ver da janela da torre mais alta do castelo. (Leonor)

quinta-feira, outubro 07, 2010

Lenda do Castelo de Bragança

A nossa história de hoje foi a Lenda do Castelo de Bragança da Colecção Lendas de Portugal, do Expresso.

Conta a lenda que Quando a cidade de Bragança era ainda a aldeia da Benquerença, existia uma princesa bela e órfã que vivia com o seu tio, o senhor do Castelo. A princesa tinha-se apaixonado por um jovem nobre e valoroso, mas pobre, que também a amava, e que tinha partido para procurar fortuna, prometendo só voltar quando se achasse digno de a pedir em casamento. Durante muitos anos a princesa recusou todas as propostas de casamento até que o tio resolveu forçá-la a casar-se com um nobre cavaleiro seu amigo. Quando a jovem foi apresentada ao cavaleiro decidiu contar-lhe que o seu coração era do homem por quem esperava há 10 anos, o que encheu de cólera o tio que resolveu vingar-se. Nessa noite, o senhor do Castelo disfarçou-se de fantasma e entrando por uma das duas portas dos aposentos da princesa, disse-lhe que esta seria condenada para sempre se não acedesse a casar com o cavaleiro. Quando estava a ponto de a obrigar a jurar por Cristo, a outra porta abriu-se e, apesar de ser de noite, entrou um raio de sol que desmascarou o falso fantasma. A partir de então a princesa nunca mais foi obrigada a quebrar a sua promessa e passou a viver recolhida numa torre que ficou para sempre lembrada como a Torre da Princesa. As duas portas ficaram a ser conhecidas pela Porta da Traição e a Porta do Sol. (http://lendasetradicoes.blogs.sapo.pt/10978.html)
 
No fim, ficámos sem saber se o cavaleiro tinha voltado para salvar a sua princesa... tivemos que usar a nossa imaginação!
 
"O cavaleiro voltou e usou umas escadas para subir à torre." (Rita F.)
 
"O cavaleiro voltou com uma escada e salvou a princesa. Depois desceu e eles casaram-se." (Diogo)
 
"O cavaleiro podia subir pela magia de uma fada e depois podiam casar e ser felizes para sempre!" (Tiago G.)
 
"O cavaleiro podia subir por um escadote e depois iam para casa." (Margarida B.)
 
"O cavaleiro podia subir por uma corda e salvar a princesa... E viviam felizes para sempre no castelo!" (Inês V.)

"O cavaleiro subiu por uma escada e foi levar a princesa para o palácio para casarem e depois foram para o castelo e viveram felizes para sempre." (Leonor)

"O cavaleiro podia subir com um dinossauro comprido!" (Rodrigo)

"O cavaleiro podia ir de avião (não havia aviões... mas a fingir que havia!!!) e o avião  tinha uma escada para ir para o castelo e o príncipe salvava a princesa." (Afonso)

"Havia um número gigante (podia ser o dois!) e o cavaleiro subia e depois entrava. Depois casavam e o tio ficava com eles!" (Francisco)

"Havia umas janelas com os vidros partidos e ele punha o pé em cima da janela. Depois entrava e salvava a princesa." (Maria)

"Também podia ir com um dragão!" (Rita F.)

"Podia trepar pela parede e pelo tecto e a janela estava aberta. O
cavaleiro entrava e salvava a princesa." (Tiago G.)

"O cavaleiro salvava a princesa com umas escadas!" (Rita C.)


domingo, outubro 03, 2010

As MÃOS servem para Proteger...

As Regras da Sala

Com o início do ano e com a chegada de novos meninos à nossa sala, sentimos necessidade de voltar a estabelecer as regras. Em grupo, cada um foi dizendo o que pensava e conseguimos juntar as regras mais importantes.

Não podemos gritar. (Tiago G.)



Não podemos correr, só no jardim. (Mariana E.)


Não podemos empurrar quando estamos no comboio. (Inês V.)


Quando alguém quer falar, tem de pôr o dedo no ar. (Miguel F.)



Não se pode jogar futebol na sala. (Rodrigo L.)



Não podemos magoar os amigos. (Margarida B.)



Quando alguém está a falar, não se pode falar por cima. (Rita F.)



Não se pode puxar as batas no comboio. (Inês N.)



Temos de arrumar bem os jogos. (Margarida B.)



Não se pode ir para debaixo das mesas quando se está nas cadeiras porque os meninos que estão sentados podem pisar os outros. (Maria Eduarda)



Não podemos rasgar os livros. (Rafael)



Só podem estar cinco meninos na casinha. (Leonor)



Só podem estar três meninos no computador. (Catarina M.)



Na biblioteca, só podem estar três meninos. (Vitória)



Quando chamam os meninos para o comboio, eles têm que vir e não podem continuar a brincar. (Margarida P.)



Temos de arrumar quando acabamos os trabalhos. (Pedro)



Não se pode correr no corredor, nem gritar. (Mariana E.)



Temos de ter cuidado para não riscar as mesas. (Rodrigo)

Agora vamos afixá-las na sala e ilustrá-las, para as podermos relembrar quando necessário!