quarta-feira, novembro 11, 2009

"Eu vejo, eu vejo..."

Hoje fizemos um jogo chamado "Eu vejo, eu vejo uma palavra começada por..." que consistia em pensarmos em palavras começadas pelo som que a Mariana dizia! Hoje pensámos em palavras começadas por AL!
Pensámos, pensámos e conseguimos fazer uma lista grande de palavras! Registámos as palavras e colocamos no placard!

ALcool
ALmada
ALface
ALga
ALgarve
ALfinete
ALfazema
ALforreca
ALfabeto
ALmofada
ALgodão
ALMoçar
ALmôndegas
ALto

segunda-feira, novembro 09, 2009

Dia Contra o Racismo



Hoje foi o Dia Contra o Racismo! Na nossa sala tivemos uma pequena conversa sobre o Racismo e percebemos que não podemos tratar mal as pessoas por terem a pele de outra cor ou por serem diferentes de nós!


Depois da conversa, ouvimos a história "Os Ovos Misteriosos".
Nesta história, havia uma galinha que punha um ovo todos os dias e todos os dias a dona lhe levava o ovo. Para fugir de tão grande injustiça foi para a floresta e aí fez um ninho muito confortável. Passado pouco tempo, vários ovos apareceram no seu ninho: uns grandes, outros pequenos, uns mais claros, outros mais escuros.

Mas a galinha ficou tão alegre que chocou-os com muito amor e ternura! Desses ovos saíram vários animais - o crocodilo, o papagaio, a serpente, a avestruz e um pinto!

A galinha tinha muita dificuldade em arranjar comida para os seus filhos. O papagaio voava e ela não voava, a serpente enfiava-se nos buracos e ela não cabia, o crocodilo estava sempre na água e ela não sabia nadar, a avestruz comia muito. Só para o pintainho é que era fácil arranjar comida.

Um dia, o pintainho, já grandinho, ia ser raptado por um menino, mas os irmãos foram salvá-lo e o menino, muito assustado, fugiu e deixou o pintainho.

Nessa noite, a mãe fez um bolo de vários andares, com as comidas preferidas dos filhos e começaram a cantar uma canção:


“Somos todos irmãos,

Somos todos diferentes:
Há uns que têm bico,
Outros que têm dentes,
Há uns que têm escamas,
Outros que têm asas,
Na terra e na água
Fazemos nossas casas
Eu só tenho pescoço.
Eu voo pelo ar.
Eu nado a quatro patas.
Eu cá gosto de andar.
Somos todos diferentes, mas todos queremos bem, à boa da galinha que é nossa mãe.”



A seguir à história, escolhemos o personagem que mais gostámos. Desenhámos e colámos num grande ovo que pusemos ao pescoço!
No fim, fizemos uma passsagem de modelos para mostrarmos aos amigos os nossos ovos!





Planificação Semanal de Actividades - 9 a 13 de Novembro

9-13 Novembro

domingo, novembro 08, 2009

Cheirinho a Outono...

O Outono continua bem presente na nossa sala! Continuamos a realizar actividade à volta deste tema.
Aqui ficam duas actividades que fizemos esta semana!



Nesta actividade, tivemos que pintar cinco folhas diferentes, recortar e depois colar por ordem crescente.















Também fizemos pintura com cores que achámos que eram de "Outono"! No fim da pintura, alguns de nós quisemos colar folhas secas que tinhamos apanhado na rua na semana passada!

Porque é que as folhas caem? (Continuação)

Na Quinta-Feira (5 de Novembro) fomos buscar o copo cheio de terra ao congelador para terminarmos a experiência...


Colocámos os dois copos ao lado um do outro e com papeis de limpar as mãos por baixo.

Pusemos a mesma quantidade de água nos dois copos e esperámos para ver qual era o primeiro papel que se molhava.

Pouco tempo depois vimos que o papel que estava debaixo do copo que tinha ficado na sala, já estava cheio de água enquanto que o outro ainda tinha pouca!


Então a Mariana explicou-nos que se passa o mesmo com as árvores no Outono... Quando começa a chegar o frio, a terra fica muito fria, e mesmo que chova, as raízes têm dificuldade em ir buscar a água à terra e, consequentemente, as folhas também têm dificuldade em ir "buscar" a água às raízes. Por isso, as folhas "envelhecem", mudam de cor e acabam por cair!

Resumindo, as folhas caem porque a terra está muito fria e as folhas não recebem água!

terça-feira, novembro 03, 2009

"A Festa do Palácio"

Hoje (3 de Novembro) descobrimos uns fantoches de dedo na nossa sala e, depois de os utilizarmos à nossa maneira, quisemos fazer um teatro!




A Mariana deixou os meninos fazerem o teatro, mas antes tivemos que inventar uma história (com as personagens que tinhamos em fantoche) em grupo! Assim, cada um foi dizendo uma frase de forma a construirmos uma história.



E foi assim que começou...



"Era uma vez, há muito, muito tempo atrás, um palácio lindíssimo..." (Mariana)





"...que tinha um rei, uma rainha e um filho que era um príncipe." (Maria C.)

 



"Tinha um guarda que estava a mandar o dragão lá para fora." (Vitória)




"E depois o dragão estava preso e todos estavam contentes." (Inês)




"E apareceu uma princesa de outro reino." (Ana Sofia)




"O rei foi para a floresta caçar e encontrou um urso e uma girafa." (Bruno)




"O rei encontrou também um elefante e um panda." (Rita)




"O rei fez uma grande festa no palácio com os animais." (Margarida)




"Quando a festa acabou o urso levou a princesa para a floresta." (Mariana)




"O príncipe ficou triste porque gostava muito dela." (Miguel)




"Na floresta apareceu do céu uma gaivota que queria picar a princesa." (Diogo)




"E na floresta havia um macaco bom que salvo a princesa das bicadas da gaivota." (José Pedro)




"O macaco queri ajudar a princesa a voltar para o seu castelo." (Dana)




"Foi então que apareceu um feiticeiro na floresta." (Catarina L.)




"Depois a princesa encontrou também um sapo." (Maria Eduarda)




"Mas o feiticeiro mandou a magia para a princesa." (Beatriz L.)




"Para que a princesa encontrasse o príncipe." (Gabriel)




"A magia levou a princesa até ao castelo." (Beatriz S.)




"Depois o macaco ajudou a princesa a ir para o palácio do príncipe." (Afonso)




"Quando chegou ao palácio a princesa tinha à sua espera o rei, a rainha e o príncipe." (Ana Patrícia)




"Depois a princesa viu o príncipe." (Catarina C.)




"A princesa ficou muito feliz." (Catarina M.)




"O príncipe e a princesa casaram-se numa grande festa!" (Francisca)




"O pirata foi convidado para a festa e levou os outros piratas." (Tiago G.)




"Também foi um palhaço que era amigo da princesa." (Tiago A.)
 
 
O Bruno sugeriu que o título fosse  "A Festa do Palácio" e todos nós concordamos!



Fizemos dois grupos com 12 meninos cada e distribuímos os fantoches por um dos grupos! Os outros ficaram a assistir e depois trocámos! Enquanto a Mariana lia a história, nós movimentavamos os fantoches.




 
 
Foi um momento muito agradável para todos nós e divertimo-nos IMENSO!!!
 
 
 
 
 

segunda-feira, novembro 02, 2009

Porque é que as folhas caem?

Esta questão tem surgido várias vezes nas nossas conversas sobre o Outono e quando tentamos responder, obtemos uma variedade de respostas...

"As folhas caem porque as árvores estão a ficar secas." (Pedro N.)

"Estão seca porque no Outono as árvores secam." (Pedro N.)


"Caem porque se alguém abanar as árvores, as folhas caem." (Miguel)

"Quando as folhas caem ficam muito amarelas." (Margarida)

"Caem porque está muito vento." (Afonso)

"Eu ia dizer isso... As folhas caem porque o vento está muito forte." (Tiago G.)

"Caem porque está no mês delas caírem." (Bruno)

"O vento abana as folhas e elas voam." (Tiago A.)

"O vento abana as folhas e elas caem." (Maria Eduarda)

"As folhas caem porque o sol seca o tronco da arvore." (Beatriz S.)

"Eu só sei que a minha mãe me disse que as folhas caem." (José Pedro)

"As folhas caem porque o vento é mais forte que as folhas e a folhas são moles." (Ana Patrícia)

"O vento começa a abanar os ramos e o vento leva-as." (Diogo)

Como surgiram tantas hipóteses e não sabemos qual delas é a verdadeira, resolvemos fazer uma experiência que possa comprovar porque é que as folhas caem no Outono.

Assim, fomos à horta do nosso jardim e enchemos dois copos com terra.
Voltámos para a sala e pressionámos bem a terra para ficar compacta. Depois, fizemos alguns furos no fundo dos dois copos de plástico.
Colocámos um dos copos o congelador e o outro deixamos ao pé da janela da nossa sala.

Agora temos que esperar dois dias para acabarmos a experiência e para encontrarmos uma explicação para a nossa questão!
Vamos também preencher um relatório de experiências!





Na Quarta-feira voltamos com novidades!

domingo, novembro 01, 2009

Campanha Solidária

Vai arrancar em Novembro a segunda edição da campanha «Crianças Solidárias», da Imaginarium, que distribuirá caixa de sapatos com presentes por crianças de todo o mundo em situação precária.




A campanha decorre de 1 a 14 de Novembro.



Os mais novos vão fazer caixas de sapatos personalizadas na escola ou em casa, enchendo-as com prendas como brinquedos ou roupa, para distribuir por crianças dos 0 aos 10 anos em situações difíceis (orfanatos, hospitais, famílias de adopção com conflitos).



Os mais solidários poderão participar, elaborando a sua caixa e entregando-a em qualquer loja da Imaginarium, segundo o divulgado em comunicado.



As caixas podem ser decoradas com desenhos ou autocolantes, mas têm que estar feitas de modo a poderem ser abertas (para verificações de segurança e alfandegárias).



Cada uma da caixas entregues deve explicar por fora se é dirigida a um menino ou a uma menina, indicando a idade aproximada do destinatário.


Para mais informações: http://www.imaginarium.pt/solidarity/porque
 
Seria bom se todos nós contribuíssemos para um Natal mais Feliz! Fica aqui a ideia!

Planificação Semanal de Actividades - 2 a 6 de Novembro

2-6 de Novembro

Competências a trabalhar diariamente:


- Aquisição de regras elementares de socialização e de convivência;

- Promover a autonomia na realização das actividades diárias;

- Aquirir o sentido de responsabilidade (através das tarefas realizadas todos os dias);

- Cumprir as regras da sala;

- Desenvolver a atenção e concentração;
 
- Falar sem gritar;
 
- Escutar o silêncio.

Actividades de Outono



Esta semana (26- 30 de Outubro) realizámos algumas actividades relacionadas com o Outono!
Fomos ao nosso Jardim  fazer desenho à vista da árvore grande... Por enquanto a árvore ainda continua com muitas folhas, mas vimos que já há muitas no chão e as que estão na árvore, estão a ficar amarelas e secas e vão acabar por cair também!



Aproveitámos esta estação do ano para classificar e contar folhinhas pequenas...


Também estamos a fazer uns mobiles para a nossa sala... Vejam como estão a ficar!





segunda-feira, outubro 26, 2009

Exploração do livro "Quando eu Nasci"

Temos andado a explorar o livro "Quando eu nasci"...
Depois de ouvirmos a história pensámos nas coisas que mais gostámos de descobrir desde que nascemos e nas que menos gostámos.
A Mariana registou e depois desenhámos em grupo o que dissemos.
Também estamos a construir um livro para a nossa sala com este registo...

“Eu gosto do mar”


“Não gosto do sangue.” (Afonso)

 

"Quando eu era bebé, eu gostava de Jesus e ainda gosto.”

“Quando era bebé, não gostava dos cavalos.” (Ana Patrícia)

 

“Eu gosto de desenhar.”
“Não gosto de me magoar.” (Ana Sofia)


“Quando eu era bebé, gostava muito de brincar.”
“Não gosto de tubarões” (Beatriz L.)


“Eu gosto de desenhar.”
“Não gosto do lixo.” (Beatriz S.)


“Gosto de puzzles.”
“Eu não gosto do estacionamento que é uma lixeira.” (Bruno)


“Eu gosto do sol.”
“Não gosto dos tubarões.” (Catarina L.)


“Gosto de uma sereia.”
“Não gosto de sangue.” (Catarina M.)


“Gosto de ver a minha mãe com bebés na barriga.”
“Não gostei quando o meu pai caiu e faz sangue.” (Catarina S.)


“Eu gosto de sereias.”
“Não gosto de tubarões.” (Catarina C.)


“Gosto de flores”
“Não gosto de nuvens.” (Dana)


“Gosto de fazer desenhos”
“Não gostei quando o meu pai caiu e chegou cheio de sangue.” (Francisca)


“Quando era bebé, gostava muito do mar.”
“Eu não gostava do cheiro do queijo.” (Gabriel)


“Gosto quando a água vem para fazer buraquinhos àqueles bichinhos que saltam.”
“Não gosto de escorpiões.” (José Pedro)


“Gosto do sol.”
“Não gosto do vento, nem do frio.” (Inês)


“Eu gosto da minha mãe.”
“Não gosto de tubarões.” (Margarida)







“Gosto de ver os meninos a sair para a escola.”
“Não gosto de cheirar o cheiro do lixo.” (Maria C.)


“Eu gostava quando o meu pai me fazia uma piscina à beira-mar.”
“Não gosto de ver os senhores a deitar um livro para o chão.” (Maria Eduarda)






“Quando era pequeno gostava do som do mar.”
“Não gosto de me aleijar.” (Pedro N.)


“Eu gostava de ver os meninos na escola a jogar futebol.”
“Não gosto que ninguém caía.” (Pedro S.)


“Gosto de borboletas.”
“Não gosto de orcas.” (Rita)


“Gosto do sol.”
“Não gosto de pintar os meus olhos.” (Tiago G.)


“Gosto dos golfinhos.”
“Não gosto dos tubarões.” (Tiago A.)


“Eu gosto das flores.”
“Não gosto de água verde.” (Vitória)


“Eu gosto quando estou na areia molhada e quando estou na praia a fazer piscinas.” (Diogo)


“Eu gosto do telefone.” (Leonor)




Depois ainda fizemos uma Galeria de Retratos! Pensámos nas pessoas que conhecemos desde que nascemos e desenhámos essas pessoas numas "molduras". Chamámos "molduras" porque eram como que fotografias tiradas por nós!
 



"Quando eu Nasci"

"Quando eu nasci nunca tinha visti nada.

Só um escuro, muito escuro na barriga da minha mãe.


Quando eu nasci nunca tinha visto o sol, nem uma flor, nem uma cara.
Eu não conhecia ninguém, nem ninguém me conhecia a mim.


Quando eu nasci não sabia o que era o mar, nem que existiam florestas, nem que havia um mundo com montanhas e praias.


Quando eu nasci nunca tinha visto um passarinho, nem sabia que havia animais com penas, outros com escamas e outros com pêlos, como o meu cão.


Quando eu nasci nunca tinha brincado com pedras, nunca tinha mexido na terra, nem feito túneis na areia.
As minhas mãos nunca tinham tocado em nada, só uma na outra.


Quando eu nasci nem sonhava que havia céu e que o céu mudava de cor e que as nuvens eram tão bonitas.


Quando eu nasci era tudo novo, tudo por estrear.


Os meus olhos ficaram espantados quando descobriram que todas as coisas eram feitas de uma cor.


A cor encarnada das cerejas.
A cor verde dos jardins.
A cor azul que pinta o fundo do mar.
A cor amarela do meu chapéu.
A cor castanha de alguns passarinhos.
A cor branca das nuvens.
A cor preta quando se apaga a luz.


A minha boca ficou espantada quando descobriu o que era capaz:
De chorar muit alto.
De rir com vontade.
De chamar as coisas pelo seu nome.
De dizer palavras feias e bonitas.
De dar beijinhos e deitar a língua de fora.
De provar leite, sopa, iogurtes e frutas.
De saborear todos os sabores.


O meu nariz também ficou surpreendido...
Logo no dia em que eu nasci, espantou-se com a força com qu epuxava o ar para dentro do meu corpo.
A partir de então, nunca mais parou.
A toda a hora, a todo o segundo, traz-me ar fresquinho e cheiros novos.
Há uns de que eu gosto muito:
O cheiro do colo da minha avó.
O cheiro das papas de manhã.
O cheiro das tintas da minha escola.
O cheiro do meu champô.
O cheiro das férias quando chega o Verão.


Lá dentro da barriga da minha mãe, tinham-me chegado algumas vozes, o som de alguns instrumentos.
Mas eu podia lá imaginar...
Que as ondas falam de cá para lá.
Que as árvores, quando o vento canta, canta também.
Que é tão bom quando alguém nos fala baixinho ao ouvido.
Que uma folha quando cai ao chão faz um estrondo.
E que uma folha quando pousa faz só: plic.


Quando eu nasci as minha mãos começaram logo a perguntar:
Que é isto? Quem és tu?
E desde então nunca mais pararam, sempre a descobrir e a aprender, a abrir e fechar portas.
Com elas já aprendi que há coisas macias e outras que picam.
Que há coisas quentes e outras frias.
Que há coisas que se podem desmanchar e que têm lá dentro outras coisas.
E que essas coisas, por sua vez, podem continuar a desmanchar-se vezes e vezes sem fim...


Com as minhas mãos chego a todos os lugares e, quando não consigo lá chegar, ponho-me em biquinhos dos pés.
Poruqe os meus pés, quando eu nasci, ainda não sabiam andar.
Mas aprenderam depressa e desde então levam-me a toda a parte, fazem-me correr e dançar e dar saltos no colchão.


Quando eu nasci não sabia quase nada.
Agora, pelo menos, uma coisa já aprendi.
Ainda há um mundo inteiro por conhecer, milhões e milhões de coisas e lugares onde as minhas mãos nunca chegaram.
Milhões e milhões de respostas escondidas, milhões e milhões de cores que eu nunca vi.
E de cheiros e de sons e de sabores.


Mas uma coisa também é certa.
Todos os dias descubro sempre mais um bocadinho.
E isso é a coisa mais fantástica que há!"

domingo, outubro 25, 2009

Planificação Semanal de Actividades - 26 a 30 de Outubro

26-30 Out

Os 5 Sentidos

Esta semana trabalhámos o Outono e os 5 sentidos, mas como choveu muito não tivemos hipótese de realizar alguma actividades que estavam previstas!

No entanto, aprendemos mais sobre os nossos sentidos... Alguns de nós ainda não sabemos o nome de todos, pois são palavras muito complicadas!

A Visão
Como podemos ver? O que podemos ver?
  • "Com os olhos vemos." (Maria Eduarda)
  • "Podemos ver os cães." (Tiago G.)
  • "Podemos ver coisas." (Afonso)
  • "Podemos ver gatos." (Inês)
  • "Ver doces e chupa-chupas." (Inês)
  • "E colares, aneis e pulseiras." (Francisca)
  • "Podemos ver o teatro." (Maria Cunha)
  • "Ver lojas." (Catarina S.)
  • "Ver quadros." (Gabriel)
  • "Vemos os meninos todos." (Pedro N.)
  • "Vemos estrelinhas." (Beatriz L.)
  • "Vemos a Mariana." (Bruno)
  • "Vemos televisão." (Tiago A.)
  • "Vemos as coisas ao longe." (Pedro S.)
  • "Vemos ao longe com binóculos." (Ana Sofia)
  • "Vemos a lua." (Dana)
  • "Vemos os trabalhos quando estamos na escola." (Leonor)
  • "Vemos estrelas cadentes." (Miguel)
  • "Sem ver ficamos cegos." (Pedro S.)
  • "E cheiramos melhor." (Bruno)

Paladar
Que sabores podemos sentir? O que podemos sentir com a língua?
  • "Sentimos sabores coma  língua." (Bruno)
  • "Doce de morango." (Vitória)
  • "Doces." (Francisca)
  • "Salgado." (Bruno)
  • "Ácido como o limão." (José Pedro)
  • "Coisas frias." (Catarina C.)
  • "E quentes." (Catarina L.)

Olfacto
Que cheiros podemos sentir? Com quê que cheiramos?

  • "Cheiramos com o nariz." (Tiago G.)
  • "Podemos sentir o cheiro das flores." (Pedro N.)
  • "Do caixote do lixo." (Gabriel)
  • "Do perfume." (Ana Patrícia)
  • "Do queijo." (Pedro S.)
  • "Do queijo da "Vaquinha que Ri"" (Margarida)
  • "Do que está à nossa volta." (Ana Sofia)
  • "Do cheirinho do bolo." (Rita)
  • "Do fiambre." (Tiago A.)
  • "Do mel das abelhas." (Francisca)
  • "Do cabelo."( Catarina S.)
  • "Das papoilas." (Afonso)
  • "Das doninhas fedorentas." (José Pedro)
Audição
O que podemos ouvir?
  • "Os passarinhos a cantar." (Pedro N.)
  • "Os patos." (Ana Sofia)
  • "Os aviões." (Maria Eduarda)
  • "Os elefantes." (Catarina C.)
  • "As ondas a fazer barulho." (Pedro S.)
  • "Os pintainhos." (Tiago A.)
  • "Os foguetões a descolar." (Maria C.)
  • "Os galos." (Dana)
  • "As pipocas a saltar" (Dana)
  • "Os helicópteros." (Catarina L.)
  • "As canções." (Beatriz S.)
  • "A bolas de basquet a saltar." (Tiago G.)
Tacto
O que podemos tocar?
  • "Podemos tocar nos ratos." (Pedro N.)
  • "O rato é macio." (Miguel)
  • "Podemos sentir o que pica." (Ana Sofia)
  • "Podemos tocar nas peças." (Pedro N.)
  • "Podemos mexer no cabelo das pessoas." (Catarina C.)
  • "Podemos tocar em coisas ásperas." (José Pedro)
  • "E no duro." (Catarina S.)
  • "Podemos tocar nas pernas." (Inês)
  • "No pelo do cão que é macio." (Gabriel)